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TraTamento

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Doença de Parkinson TRATAMENTO
TRATAMENTO DO DOENTE DE PARKINSON
1.Relação Doente X Médico Neurologista

Primeiramente, um diagnóstico deve ser bem estabelecido pelo neurologista. A avaliação dos benefícios das medicações disponíveis e os seus riscos, para cada indivíduo, devem guiar o início do tratamento da DP.

A experiência, a habilidade do neurologista é o recurso de maior valor que o paciente dispõe.Nas primeiras consultas, o paciente se sente deprimido, angustiado, muitas vezes revoltado, negando a doença, podendo até mesmo apresentar um quando clínico de depressão.O medo é gerado às vezes pela falta de informações sobre os mecanismos da doença.O médico neurologista deve estar bem familiarizado com os efeitos dos fármacos para tranqüilizar e informar corretamente o doente de Parkinson, de como ele deve proceder com o uso dos medicamentos e, para um melhor controle clínico dos sintomas da DP, as consultas devem ser periódicas e o mesmo deve manter um rigor no seguimento das orientações do neurologista. Sessões de fisioterapia e com o fonoaudiólogo, além de orientação nutricional e terapia ocupacional também são indicados.O paciente deve manter-se ativo, trabalhando com produtividade para a melhoria da auto-estima.A família deve realizar ajustes no ambiente familiar, bem como os ajustes também devem acontecer no ambiente de trabalho, principalmente na relação como os amigos.

 

16.Como devemos lidar com uma pessoa doente de Parkinson?

Resposta:"Primeiramente deve ser estimulado ao tramento precoce e regular, pois pode manter suas atividades de vida diária. Em fases muito avançadas da doença deve-se fazer uma adaptação da residência (retirar tapetes, apoio no banheiro, modificação da alimentação - tem dificuldade na deglutição".

 

13.Existem medicamentos que amenizam a ansiedade e a depressão a doença de Parkinson

Resposta:"Existem vários fármacos para estes fins e o Neurologista vai avaliar qual é o mais indicado,individualmente para cada paciente".

2.Relação Doente X Tratamento

 

A doença de parkinson no seu processo evolutivo passa por várias etapas.Citamos aqui três etapas principais .

Etapa A:- possui duração de aproximadamente cinco a oito anos.Nessa fase inicial da doença, o paciente possui uma independência com relação à incapacidade motora, mas já existe a necessita do uso de medicamentos e com estes, o paciente tem uma boa resposta terapêutica.

A etapa B: -também chamada de intermediária, os sintomas acentuam-se, há variáveis de dependência física, o aumento dos efeitos colaterais dos medicamentos começam aparecer.

Na etapa C: -a incapacidade motora aumenta gerando uma grande dependência física, o paciente passa a necessitar de ajuda e assistência permanente.

Sendo um tratamento de longa duração, a eficácia dos medicamentos vão diminuindo, provocando o aparecimento dos efeitos colaterais, que podem ser periféricos e centrais. Situação que exige do médico neurologista uma maior habilidade e experiência para indicar e acompanhar o tratamento do paciente.Assim, o principal objetivo do Tratamento da DP é controlar os sinais e sintomas da doença o máximo possível e diminuir ao mesmo tempo os efeitos colaterais.Esses efeitos centrais mais freqüentes são: náusea, sonolência, perda de memória, confusão e alucinações. Os periféricos incluem boca seca, borramento visual, obstipação intestinal e dificuldade para iniciar a micção. Sendo que até o momento não existe tratamento de cura para a doença, sendo assim o tratamento é pelo resta da vida.O que se pretende é manter a independência física do paciente ao máximo, para que o mesmo execute suas atividades e seus afazeres diários, favorecendo a sua adaptação e o seu convívio social e cultural do ambiente do qual o ele faz parte.

Complicações clínicas da DP no decorrer dos anos.6

A escolha dos medicamentos ou da composição dos remédios vai depender de vários fatores tais como tempo da doença, estágio em que o paciente se encontra, idade e sintomas.Este tratamento da DP com farmacológicos é dividido em duas categorias:Sintomático e neuroprotetor.A sintomática possui o objetivo de controlar as manifestações clínicas da doença por meio das intervenções dos farmacológicos ou de cirurgias, que atuem nas disfunções cerebrais decorrente da escassez de dopamina no cérebro.Enquanto que a categoria neuroprotetor procura impedir a perda progressiva de neurônios da substância nigra ou promover sua reposição.Sendo que até o momento não foi encontrada a solução para esta perda. De modo geral, pode-se avançar muito no tratamento e na obtenção de uma melhor qualidade de vida do paciente com o uso dos fármacos disponíveis atualmente no mercado.O neurologista Reis Barbosa "explica, porém, que há boas perspectivas para o tratamento do Parkinson. "Os estudos dos tratamentos de neuroproteção estão avançando. A tendência atual é buscar uma maneira de interferir na evolução da doença, tentando entender melhor os mecanismos envolvidos na morte celular para bloqueá-los em algum ponto do processo. Acredito que não estamos distantes de conseguir uma que realmente produza esse efeito", aposta."

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Medicamentos utilizados no tratamento da doença de Parkinson

 

Fármaco Levodopa(em combinação com a carbidopa).
Como e quando se utiliza
O tratamento principal da doença de Parkinson. Administra-se juntamente com a carbidopa para aumentar a eficácia e reduzir os efeitos secundários. Inicia-se com doses baixas, que vão aumentando até obter o efeito máximo.

ComentáriosDepois de vários anos a eficácia pode diminuir

Fármaco Bromocriptina ou pergolide
Como e quando se utiliza
Muitas vezes administram-se como complemento da levodopa no início do tratamento para reforçar a acção da mesma, ou podem administrar-se mais tarde quando os efeitos secundários de levodopa se tornam mais problemáticos.

Comentários Raramente se administra isolado.

Fármaco Selegilina.
Como e quando se utiliza
Muitas vezes administra-se além da levodopa

Comentários No melhor dos casos a ação é modesta. Pode aumentar a acção da levodopa no cérebro.

Fármaco Medicamentos anticolinérgicos: benzatropina e tri-hexifenidilo, certos antidepressivos, anti-histamínicos como a difenidramina.
Como e quando se utiliza
Podem administrar-se sem levodopa nas fases iniciais da doença e com aquela nas fases tardias. Inicia-se com doses baixas.

Comentários Pode produzir uma ampla gama de efeitos secundários

Fármaco Amantadina
Como e quando se utiliza
Utilizada nas fases iniciais da doença ligeira; nas fases mais avançadas para melhorar os efeitos da levodopa

Comentários Se for utilizada isolada, pode tornar-se ineficaz ao fim de vários meses.18

O cardidopa + Levadopa está indicado para o tratamento da doença e da síndrome de Parkinson.É útil para aliviar muitos dos sintomas do parkinsonismo, particularmente à rigidez e a bradicinesia. Éfreqüentemente útil no controle do tremor, da disfalgia, da siolorréia (acúmulo de saliva na boca devido à dificuldade de engolir automaticamente a saliva) e da instabilidade postural, associados com a doença e a síndrome de Parkinson.

Quando a resposta terapêutica a levadopa, administrada isoladamente, é irregular, e os sinais e sintomas da doença não são uniformemente controlados através do dia, a substituição pela cardidopa +levadopa é em geral eficaz, reduzindo as flutuações na resposta.

Reduzindo certas reações adversas produzidas pela levadopa isolada, acardidopa+levadopa permite, a um maior número de pacientes, obter adequado alívio dos sintomas da doença.

Este medicamento também é indicado nos pacientes com doença de Parkinson que estejam tomando preparações vitamínicas contendo cloridrato de piridoxina Vitamina B6

 

"A levodopa é a droga mais eficaz no alívio dos sintomas parkinsonianos, mas nem sempre ela deve ser administrada no início da doença. Nessa fase, a maioria dos especialistas prefere iniciar o tratamento com medicamentos menos potentes e reservar a levodopa para as fases mais avançadas. A levodopa é um aminoácido cujo nome químico é 3,4- dihidroxi-fenilalanina. É uma substância precursora da dopamina, pois quando sofre a ação da enzima dopa-descarboxilase dá origem à dopamina. Portanto, a administração de levodopa aumenta os níveis de dopamina no cérebro.”

"A levodopa é rapidamente absorvida na porção proximal do intestino delgado. Alguns fatores como a redução da motilidade do estômago e a ingestão de alimentos ricos em proteínas, próxima do horário da tomada da medicação, podem retardar ou mesmo reduzir a absorção da levodopa. Parte da levodopa é metabolizada em dopamina antes de conseguir atingir o cérebro. A enzima responsável por essa transformação é a dopa-descarboxilase. Por esse motivo, a levodopa é sempre administrada em conjunto com uma substância que inibe a dopa-descarboxilase. Os medicamentos à base de levodopa disponíveis no mercado já vêm associados a um inibidor da dopa-descarboxilase. Existem dois inibidores utilizados clinicamente: carbidopa e benserazida.”

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Os efeitos colaterais que geralmente ocorrem em pacientes sob tratamento com cardidopa+levadopa são devidos a atividade neurofarmacológica central da dopamina.Estas reações geralmente podem ser diminuídas pela redução posológica.As reações mais comuns são as contrações musculares, e outros movimentos involuntários, sonolência,vômito,tontura,euforia,ansiedade agitação,boca seca,ganho ou perda de peso,turvação visual, alterações mentais, depressãocom ou sem desenvolvimento de tendências suicidas e demência entre outros.Segundo infomações médicas"A grande barreira para se curar a doença está na própria genética humana. No cérebro, ao contrário do restante do organismo, as células não se renovam. Por isso, nada há a fazer diante da morte das células produtoras da dopamina na substância negra. A grande arma da medicina para combater o Parkinson são os remédios e cirurgias (para o tratamento dos tremores), além da fisioterapia, fonoaudiologia e a terapia ocupacional." 20

 

 

 

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Últimas Notícias sobre a Doença de Parkinson.

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Links do Trabalho

Equipe MultiSinTomasCauSas DiaGnóstico

 

 

Como os familiares devem proceder com pessoas portadoras da doença de Parkinson (D P)?

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