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homens e mulheres

Page history last edited by PBworks 13 years, 4 months ago

__DEPRESSÃO EM HOMENS__

 

Já vimos que a depressão atinge todas as faixas etárias: crianças, adolescentes e idosos. Agora, vamos analisar o aparecimento da depressão nos homens e nas mulheres.

 

A depressão masculina é um tema menos falado do que a feminina porque os homens são resistentes em tocar nos seus problemas e tendem a mascarar a depressão por uma série de caminhos. Por exemplo, um homem deprimido diz que está com deficit de memória. Outro diz que está com insônia. Sabe-se que deficit de memória, raciocínio lento, insônia, etc, são sintomas de depressão. O preconceito masculino ou o desconhecimento e falta de contato com seu self fazem com que o homem defina o sentimento dessa forma.

Embora tenham menor propensão à depressão que as mulheres, 3 a 4 milhões de homens dos Estados Unidos são afetados pela doença. Os homens tendem a admitir menos a doença e os médicos tendem a suspeitar menos dela.

A depressão também pode afetar a saúde física dos homens de modo diferente das mulheres. Embora a depressão se associe a um risco aumentado de cardiopatia coronária tanto em homens como em mulheres, somente os homens apresentam uma freqüência elevada de morte.

A depressão masculina é mascarada por álcool ou drogas ou pelo hábito socialmente aceitável de trabalhar por um longo período e a noitadas fora de casa com amigos, ao sexo compulsivo.

A depressão se evidencia tipicamente nos homens não por um sentimento de desespero e impotência, mas sim por sentir irritação, raiva e desânimo; portanto, pode ser difícil reconhecer-se a depressão como tal nos homens. Ainda que perceba que está deprimido, um homem tem menos disposição de procurar ajuda que uma mulher. O encorajamento e o apoio de membros da família preocupados pode fazer a diferença. No local de trabalho,profissionais para assitência a empregados ou programas de saúde mental notrabalho podem ser úteis para ajudar os homens a compreender e aceitar a depressão como uma doenaç real que necessita de tratamento.

A depressão, seja ela por qual motivo for, tem que ser tratada. Há um risco de 15% de suicídios nas depressões não tratadas (principalmente nos homens). Fora deste encaminhamento extremado, sabe-se também que a depressão masculina favorece mais do que o dobro de chances do homem desenvolver doenças cardíacas, câncer, diabetes e outras doenças, além de provocar um envelhecimento masculino mais acelerado e uma deficiência de testosterona.

Vale ressaltar, finalmente, para os homens que a depressão não é sinal de fraqueza ( que em nossa cultura ainda é proibitiva aos homens), mas que sim, trata-se de um problema para o qual há tratamento e atendimento.

Isolar-se é o pior.

 

__DEPRESSÃO EM MULHERES__

 

As mulheres apresentam depressão a uma freqüência duas vezes maior que a dos homens. Muitos fatores hormonais podem contribuir para isso: alterações no ciclo menstrual, gravidez, aborto, período pós-parto, pré-menopausa e menopausa. Muitas mulheres tambémenfrentam estresses adicionais, como responsabilidades notrabalho e no lar, a condição de mães solteiras e cuidar dos filhos e de pais idosos.

Um estudo feito mostrou que, no caso da síndrome pré-menstrual (SPM) grave, mulheres com vulnerabilidade preexistente à SPM tiveram alívio dos sintomas afetivos e físicos quando seus hormônios sexuais foram suprimidos. Logo após a reintrodução dos hormônios elas voltaram a apresentar sintomas de SPM. Mulheres sem história de SPM não relataram nenhum efeito para a manipulação hormonal.

Muitas mulheres também saõ partucilarmente volneráveis após o nascimento de um bebê. As alterações hormonais e físicas, assim como as responsabilidades adicionais de uma nova vida, podem ser fatores que levam à depressão pós-parto. Enquanto "fossas" transitórias são comuns em novas mães, um episódio depressivo franco não é uma ocorrência normal e torna necessária uma intervenção ativa. O tratamento por um médico com empatia e o apoio emocional da família à nova mãe são considerações primordiais para ajudá-la a recuperar o bem físico e mental e sua capacidade de cuidar da criança e apreciá-la.

 

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