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DiaGnóstico

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Doença de Parkinson DIAGNÓSTICO

Neste trabalho de pesquisa sobre a Doença de Parkinson não queremos confrontar idéias ou informações sobre o assunto.Queremos sim, é entender como a doença é diagnosticada, quais as causas do seu aparecimento, quais são os sintomas principais e secundários, como o tratamento do doente deve ser administrado e principalmente queremos saber, como os familiares devem proceder com pessoas que estão passando por momentos tão difíceis devido a essa doença.

Para obter informações necessárias para responder as questões acima,entramos em contato com profissionais da área médica, através de conversas informais e também de livros e revistas que aos mesmos nos indicaram. Utilizamos sites da área médica e de revistas especializadas na questão saúde.

Estaremos também utilizando as respostas envidas pelo Dr:José Renato Guimarães Grisolia, para solucionar as dúvidas e confirmar ou não as nossas certezas com relação a DP.

Inicialmente devemos definir o que é a Doença de Parkinson.

A Doença de Parkinson foi descrita em 1817, pelo paleontólogo e médico Inglês James Parkinson(1755-1824). Ele denominou de Paralisia Agitante e de maneira bastante precisa descreveu a enfermidade que causa tremores involuntários, lentidão dos movimentos, rigidez muscular, distúrbios posturais, desiquilíbrio e alterações na fala e na escrita.Ele comentou que seus pacientes apresentavam também arqueamento do tronco para frente e alterações de marcha. Sendo que seus pacientes eram todos homens, com idade entre 50 e 72 anos. No ano de 1875, o neurologista francês Jean Martin Charcot (Pai da neurologia) sugeriu o nome de "doença de Parkinson"(DP), reconhecendo o mérito daquele que de maneira tão precisa havia descrito a doença. Onze de abril é o Dia Internacional do Parkinsoniano. A Doença de Parkinson também recebe uma denominação leiga de Mal do Parkinson.

O Cérebro humano possui aproximadamente 500 bilhões de neurônios (células nervosas) Elas trabalham na formação da memória e no aprendizado.O sistema nervoso central compreende o encéfalo e a medula espinhal.Ele analisa e aciona as reações. Os nervos sensoriais coletam informações e levam de volta ao sistema nervoso central os sinais de resposta. Os nervos motores levam as ordens do encéfalo e da medula espinhal aos músculos para ativar os movimentos.O sistema nervoso vegetativo (autônomo) controla as funções como pulsações, respiração e estímulos sexuais. Sendo que o cerebelo é responsável pelo equilíbrio, coordenação muscular e postura. Assim o cérebro e os nervos formam um sistema de comunicação complexo, entretanto vulnerável a doenças e a lesões. Exemplificando essa vulnerabilidade temos a Doença de Parkinson.A DP, segundo estatísticas revelam que a cada ano surgem 20 novos casos por 100.000 habitantes,afetando igualmente mulheres e homens com aproximadamente 60 anos de idade.Ela costuma começar entre 45 e 65 anos.

A Doença de Parkinson (DP) é neurológica, crônica, evolutiva e de caráter degenerativa que resulta de uma ação anômala dos neurônios, resultando na escassez da substância chamada dopamina na região cerebral chamada substância nigra ou negra situada no mesenfálo. A dopamina é o principal neurotransmissor dos gânglios basais, ou seja, é um mensageiro químicos entre os neurônios,ele é essencial no controle, produção e ordenação dos movimentos. A deficiência da dopamina provoca manifestações motoras que identifica a Doença de Parkinson( DP). Sendo seus principais sinais:Bradicinesia, acinesia, a rigidez, o tremor e a instabilidade postural.Ao longo do tempo a DP progride lentamente e os neurologistas fazem o uso de uma escala de estágios e sinais da doença para um melhor acompanhamento do tratamento do paciente.Deve-se ressaltar que essa progressão da doença é varíavel de paciente para paciente.

Segundo a Escala Modificada de Hoeh & Yahr.São os seguintes os estágios Doença de Parkinson:

Estágio Sinais
0 Sem sinais da doença
1 Doença unilateral
1,5 Acometimento unilateral mais axial
2 Doença bilateral, sem comprometimento dos reflexos possturais
2,5 Doença bilateral leve, sem comprometimento dos reflexos posturais
3 Doença bilateral, leve a moderada, há instabilidade postural; independente nas atividades da vida diária
4 Alto grau de incapacitação;ainda consegue andar ou ficar em pé sem auxílio
5 Confinado à cama ou à cadeira de rodas, a menos que ajudado.

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Segundo a Dra:Elisabete Almeida a avaliação clínica atualizada constantemente é essencial para o diagnóstico precoce e correta da doença.Segundo a Dra.Elisabete Almeida três sinais motores são relevantes para realizar o exame clínico no paciente.São eles: bradicinesia (é a morosidade de reações físicas e mentais).tremores e rigidez.11

O autor do artigo Aprendendo a Conviver com o Mal de Parkin son da Revista Momento-Jan/Fev 1998-comenta que nenhum teste pode diagnosticar a doença, todo o diagnóstico é baseando na observação e nos relatos do paciente ao neurologista.A presença de voz rouca, monótona e soprosa no paciente é um dos indícios da doença, mas é importante descartar outras possibilidades, ou seja, outros sintomas como: o uso de drogas tóxicas(álcool e ecstasy),infecções, traumas, pois estes elementos podem lesar o sistema nervoso central, alterando o estoque de dopamina no organismo e fazendo com que o paciente apresente sinais do parkinsonismo.

Encontramos referência também sobre o diagnóstico da doença, como sendo clínico e também com a realização de testes musculares e de reflexos.Segundo as informações contidos neste site a utilização de técnicas da medicina nuclear como “SPECTs e PETs” podem ser realizados e com o objetivo de avaliar o metabolismo dos neurônios dos núcleos basais (são estruturas cerebrais que exercem funções motoras complexas).12

A seguir estaremos transcrevendo as respostas com referência as questões abaixo. As quais recebemos do neurologista Dr:José Renato Guimarães Grisolia..5

*28.O Neurologista deverá diagnosticar,supervisionar e coordenar o tratamento do portador da doença de Parkinson.

Resposta:"Sim, o Neurologista é o especialista (na medicina) que está mais habilitado ao diagnóstico e tratamento desta afecção."

*16.Quem e como se faz o diagnóstico da doença de Parkinson?

Resposta.” O diagnóstico é feito por médico neurologista. O diagnóstico é basicamente clínico, não existindo exames complementares que confirmem o mesmo.”

*17.A doença de Parkinson não tem cura.

Resposta:"Não, mas pode ser controlada com as várias modalidades de tratamento, proporcionando uma vida o mais próximo possível do normal".

*20.Existe uma faixa etária favorável ao surgimento da doença de Parkinson?

Resposta: A faixa etária mais acometida é após os 60 anos, sendo os que iniciam-se antes dos 40 anos Parkinson precoce.”

*23.A doença de Parkinson é uma doença hereditária e contagiosa?

Resposta: ” A doença de Parkinson é uma doença degenerativa e não é contagiosa. Acredita-se que existam fatores genéticos predisponentes”.

*27.Como podemos evitar o aparecimento da doença de Parkinson?

Resposta:.” Não há atualmente medidas preventivas”

Figura 4

 

 

Links do Trabalho

CauSas SinTomas TraTamento Equipe Multi

 

Como os familiares devem proceder com pessoas portadoras da doença de Parkinson (D P)?

 

 

 

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